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18 de Janeiro de 2019
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    Clipping: Casais Gays Trocam Alianças

    Defensoria Pública do Pará
    há 8 anos

    Defensoria do Estado do Pará promoveu a segunda celebração que oficializa contratos de união homoafetiva

    Um sonho realizado. Esse era o sentimento unânime dos quatro casais unidos ontem na 2ª celebração coletiva de contrato de união homoafetiva, promovida pelo Centro de Referência, de Prevenção e Combate à Homofobia da Defensoria Pública do Estado. Realizada no Dia Internacional do Orgulho Gay, a cerimônia reuniu amigos e familiares dos casais, que lotaram o auditório sede da Defensoria. Para os casais, que trocaram alianças e promessas de amor e lealdade, a união celebrada ontem simbolizou também uma conquista na luta pela igualdade de direitos. O reconhecimento legal da união homoafetiva foi aprovado este ano, em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

    De acordo com a defensora pública Rossana Parente, que presidiu a cerimônia junto ao defensor Silvio Broto, o contrato de união estável reconhece os casais homoafetivos como entidade familiar, prevendo mesmos direitos garantidos aos casais heterossexuais.

    Depois de um relacionamento de três anos, as servidoras públicas Ariane Silva, de 35 anos, e Lorena Ellen Gomes, de 28, celebraram ontem a união estável. Outro casal que foi unido na tarde de ontem é formado pelo pedagogo Elvys Tota e o servidor público Jairo Santos. Os dois se conheceram no ano de 2004. Talita Santa Brígida e Carmem Moura também oficializaram a união.

    Além de enfrentar o preconceito por conta da opção sexual, Simone Gomes, de 28 anos, e Nádia Lima, de 58, ainda têm de lidar com os julgamentos da sociedade por conta da diferença de idade.

    Pioneiro - A juíza Júnia de Souza Antunes, da 4ª Vara de Família de Brasília, transformou em casamento a união homoafetiva entre duas mulheres que vivem juntas há onze anos: Sílvia del Vale Gomide Gurgel e Cláudia Helena de Oliveira Gurgel. Sílvia incluiu o sobrenome da esposa no nome. Elas escolheram o regime de comunhão parcial de bens para reger o matrimônio. Foi o primeiro casamento ocorrido entre duas mulheres no Brasil.

    Fonte: Jornal Amazônia

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